Com que mala eu vou?


Estou me preparando para uma viagem ao exterior e resolvi investir em malas novas.

Qual o destino da mala velha? Bem, ela não vai ser jogada fora, porque ainda ‘dá para o gasto’. Adotando a ‘Arte de Esvaziar’, vou usá-la para acomodar o que eu vou descartar, quando eu fizer uma triagem de roupas e acessórios que estou separando e aquelas que levo a certeza não vou mais usar. Quando eu voltar da viagem, as roupas de Inverno que não foram usadas e alguns objetos serão doados a uma entidade beneficente (Unibes, Exército da Salvação, dentre as que costumo colaborar). 

Estas malas são da Sestini que, além de assegurar ao comprador o direito à garantia de 90 dias contra defeitos de fabricação a partir da data de sua aquisição, continua garantindo o produto após esse prazo contra eventuais defeitos - claro que se excluindo o desgaste normal ou o manuseio inadequado pelo proprietário.

Esse modelo de mala tem rodízios em 360º e cadeado fixo TSA (Travel Sentry Approved), que permitem que sua bagagem seja aberta e inspecionada sem danos pelas autoridades de segurança.
  • Achei interessante compartilhar aqui algumas orientações para a conservação de malas, sugeridas pelo fabricante:
  • Evite colocar excesso de volume no produto para não forçar os zíperes ou costuras.
  • Evite transportar excesso de peso e/ou objetos que possam danificar a estrutura do produto.
  • Proteja os objetos cortantes e/ou pontiagudos, evitando o contato direto com o produto.
  • Evite transportar os produtos que tenham rodízios por superfícies irregulares e abrasivas.
  • Na limpeza, utilize apenas um pano umedecido com água morna e sabão neutro. Para ferragens, use somente uma flanela seca.
  • Nunca aplique produtos abrasivos, solventes ou quaisquer agentes químicos e evite o contato do produto com água do mar, areia e outros elementos abrasivos.
  • Para secagem utilize apenas um pano seco. Evite deixar o produto sob ação dos raios solares ou do calor por um período de tempo prolongado.
Clique no link para acessar o ‘Novo Guia do Passageiro’ com tudo o que você precisa saber para fazer uma boa viagem, como, por exemplo: as orientações sobre resolução da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) com as novas regras de cobrança extra pelo despacho das malas de viagem e outras informações importantes.

Olha aí a cara de felicidade da Mamma com o passaporte! 

Bora viajar?

Esta publicação complementa a postagem Organizando minha Viagem - Parte I

Falsas suposições sobre o Personal Organizer


Imagem criada por Elaine Gasparetto

Encontrei no Sabrina’s Organizing um artigo abordando as falsas suposições sobre o Profissional de Organização (no Brasil, também conhecido como Personal Organizer).

Baseada na opinião de outros colegas profissionais, a autora inicia seu texto com as seguintes perguntas:

Qual é seu primeiro pensamento quando ouve alguém dizer "Eu sou um profissional de organização"? 
Você tem algum julgamento sobre eles? 
Você acha que eles são perfeitos?

Achei importante replicar aqui em meu blogue, para desmistificar alguns conceitos pré-concebidos sobre a atividade do Profissional de Organização.


Segue, então, numa tradução livre para o português, a lista de ‘falsas suposições’ sobre o Personal Organizer e as explicações sobre o que é real:

A realidade é: Ao descartar, você só precisa se livrar das coisas que você não usa ou não quer mais. Os itens que você ama estão prontamente disponíveis para você e os ambientes não são bloqueados por coisas que são inúteis e indesejadas.

A realidade é: A diferença entre uma casa organizada e uma casa desorganizada não é apenas em relação à limpeza. Trata-se de ter uma casa funcional e onde, efetivamente, as coisas têm seu lugar e são acessíveis quando necessárias, e fora do caminho quando não estão sendo usadas.

A realidade é: Os organizadores profissionais são ótimos na criação de sistemas, mas as crianças serão sempre crianças e eles não necessariamente se lembram onde as coisas precisam ser guardadas. Como pais, devemos sempre orientar nossos filhos onde guardar seus brinquedos, até que eles se acostumem com o lugar certo. A organização é uma habilidade e a maioria é ensinada. Qualquer um pode organizar.

A realidade é: Os Profissionais de Organização estão preparados a ajudar em pequenos ou grandes projetos. Não importa. Sempre que um cliente se sente sobrecarregado com a situação, é importante contatar um Personal Organizer. Entender sua necessidade de organização para definir seus sistemas é necessário para manter todos os espaços em ordem.

A realidade é: Eu só tenho que dizer que não gosto de limpar. Então, eu sei que para mim isso não é verdade. Eu limpo por necessidade, não gosto. Limpo para reduzir o pó na casa e melhorar a qualidade do ar. Eu recomendo aos clientes que eles devem limpar a prateleira empoeirada, mas se eles não se importam com isso, eu não insisto, pois é a casa deles.

A realidade é: Queremos ajudar as pessoas a organizarem suas casas e tornar suas vidas simplificadas. Não estamos lá para julgar os outros; nós estamos lá para ajudar.

"As pessoas assumem que nasci com pais que me ensinaram a organizar”
A realidade é: Cada Personal Organizer tem seu motivo para ter se tornado um profissional neste segmento. Segundo Sabrina Quairoli, o motivo dela não era porque seus pais eram organizados. Foi porque eles não eram organizados. Ela precisava ter mais controle quando era adolescente, fazendo seus sistemas; isso a ajudou a se destacar na escola, no trabalho e em seu quarto. Em qualquer outro lugar da casa dos pais não havia organização.

O propósito da autora é o de mostrar como os Profissionais de Organização são incompreendidos, apenas dizendo a frase "Eu sou Personal Organizer".

Profissionais de Organização são pessoas que se especializam em muitas áreas e querem servir a outras pessoas que precisam de ajuda externa.


 (*) Postagem baseada no texto de Sabrina Quairoli , publicado em 29 de outubro de 2015 Parte inferior do formulário

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Ari Hollaender - consultoria em Marketing

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