Deu pane no carro, e agora? Organização ajuda?

Sabe aquele dia que você levanta de bom-humor porque o relógio despertou na hora programada na noite anterior; tomou uma deliciosa xícara de café fresquinho porque este item estava na lista do supermercado semanal e você abasteceu a despensa; leu o jornal com folga porque você programou esse tempo em sua agenda antes de consultar a caixa postal de e-mails e as tarefas da manhã e... De repente no período da tarde acontece uma grande reviravolta em sua rotina?

Pois, então, nesta semana passei por uma experiência dessas...

A manhã transcorreu como o previsto, calmo sem estresse – fiz até um telefonema para uma amiga que há tempos eu não batia papo. 

Depois do almoço, troquei de roupa e saí de carro. Meu plano era estacionar no Shopping e ir de metrô a um dos destinos. Na volta eu pegaria o carro e iria para uma reunião marcada para o final do dia. Até aí tudo indo muito bem.

Assim que desliguei o motor do carro, ouço uma forte explosão e começou a sair fumaça pelo capô – imediatamente saí correndo de dentro do automóvel porque achei que fosse um incêndio... Percebi, então, a água escorrendo pelo chão e uma voz de dentro do carro que passou por mim “É o radiador que estourou!”

Fazer o quê? E a culpa por achar que a revisão não fora feita? Procurei me acalmar e pensar numa solução para o problema. A primeira providência foi telefonar para a pessoa que me aguardava e cancelar a visita (porque o número estava registrado no celular que eu tinha carregado pela manhã). O cartão da oficina que me atende há tempos estava junto com o documento do carro. Liguei, mas não tinha ninguém que pudesse me socorrer naquele momento. 

Lembrei-me, então, que eu tinha guardado o cartão de um caminhão-guincho. Que sorte! Em meia hora o guincho chegou para retirar e levar meu carro na oficina. Aproveitei a carona até um local mais próximo do meu outro compromisso. Pular do caminhão foi uma aventura – que alto!

Fui para a reunião marcada que levaria algumas horas e na saída me informei como voltar de ônibus. Andei uns três quarteirões pra chegar até o ponto mais próximo. Sentei-me pra pegar o dinheiro da carteira e... Adivinhe? Não tinha um centavo! Com o problema do carro, esqueci-me por completo que eu tinha planejado passar na agência bancária dentro do Shopping para sacar dinheiro.

Bem, procurei um caixa eletrônico por perto e tentei abrir a porta, sem sucesso. Fui até a banca de jornal em frente e perguntei se havia algum outro caixa eletrônico por perto, foi quando o rapaz que folheava uma revista me alertou que todos estavam fechados naquele horário, porque passava das 22hs. E, agora? Como resolver isso?

Fui em direção à avenida, para tentar pegar um taxi no ponto. Passei por dois que eu conhecia – em nenhum deles tinha carro disponível. Daí, fui em direção ao posto de gasolina e com a ajuda do frentista aguardei uns 20 minutos até sinalizar para um taxista. Mas, aí a parte mais desconfortável. O motorista não aceitava cartão de crédito, e eu não uso cheque... Expliquei muito sem graça que o carro pifara, eu estava sem dinheiro e já era tarde da noite...

Daí o motorista me perguntou quanto eu achava que custaria o trajeto até minha casa. Eu calculei um valor e ele sugeriu, como única alternativa viável, colocar combustível no carro dele e eu pagaria com meu cartão. Ufa! Que boa idéia!

Ao chegar a minha casa, meu cãozinho estava esperando na porta para o passeio do final de dia... Que alívio!

O relógio sinalizou meia-noite. Aí fui me deitar e descansar depois de um dia cheio de surpresas e situações tragicômicas...  Nunca mais saio de casa sem dinheiro! 

Se você precisa de ajuda para organizar sua agenda, sua casa ou seu escritório, Yorganiza vai até você! 
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Ari Hollaender - consultoria em Marketing

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