Boas Festas!


Aproveitando esta época do ano, em que fazemos planos e projetamos mudanças, pense nessas pequenas dicas para ajudar você a ter um 2016 mais produtivo e para que você possa aproveitar melhor seu tempo!

Reproduzo abaixo um poema que traz muita sabedoria e reflexão. Não existe falta de tempo, o tempo é a prioridade que você dá àquilo que lhe é mais caro... 


O TEMPO
(Mário Quintana)

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando de vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é Natal…
Quando se vê, já terminou o ano…
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado…
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas…
Seguraria o amor que está à minha frente e diria que eu o amo…
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.

O que sua casa diz sobre você?




Você já parou para pensar que a forma como sua casa está organizada e decorada pode influenciar na hora de impressionar uma pessoa especial?


Pois o Westwing, site de decoração e lifestyle, perguntou para 1400 usuários do site europeu de relacionamento eDarling como eles são influenciados pela casa do seu potencial parceiro amoroso.

A resposta? Você pode não saber, mas sua casa pode estar passando a impressão errada sobre você!

Acompanhe o infográfico abaixo feito especialmente para os solteiros e descubra as dicas práticas para vestir sua casa para impressionar:


E você, meu leitor, acha que sua casa traduz o que você é? Se precisar de uma consultoria em organização para ajudar você a colocar tudo em ordem, Yorganiza é uma boa alternativa!


Nota: O texto e a imagem desta postagem foram autorizados pela Westwing para ser publicado neste blogue. 

Minha história de amor com a organização

Época de final de ano é uma boa ocasião para fazer um balanço: lembrar do que aconteceu de bom; das dificuldades e soluções encontradas; dos projetos que foram realizados e os que ficaram na gaveta; das amizades feitas; das alegrias e frustrações; das perdas inevitáveis e irreparáveis...

Em minha retrospectiva, fui mais longe e resolvi avaliar os três últimos anos. Quanta coisa aconteceu!

Depois de quase 10 anos morando no interior, retornei a São Paulo em 2012, num momento muito delicado e um dos mais tristes de minha vida: o passamento de minha filha caçula. Morei provisoriamente na casa de minha filha mais velha, enquanto aguardava a desocupação de meu apartamento que estava alugado, na época.

Meio perdida e confusa sobre o que fazer, comecei a pensar em voltar para o mercado de trabalho, mais para ocupar a mente e aliviar a dor da perda. Entretanto, eu não via um norte para procurar algo em minha área de formação, pois, durante o tempo que fiquei sem trabalhar fora, fui somente dona de casa, ‘chacreira’ e tinha como hobby publicar apresentações motivacionais, num blogue pessoal. 


Então, comecei a procurar na Internet assuntos relacionados à organização de residências e de mudanças. Isso, porque nos últimos 18 meses eu havia mudado de casa pelo menos 5 vezes... E era o que eu sabia fazer de melhor naquele momento!

Achei alguns vídeos e sites que falavam sobre organização profissional. Depois dessa pesquisa, decidi me inscrever num curso para a formação de Personal Organizer na OZ! Fiquei bem relutante em fazer o curso – adiei uma vez, duas vezes e, na terceira, para não perder o investimento que eu tinha feito, finalmente confirmei minha presença.

Chegado o dia de ir para a primeira etapa do curso, amanheceu chovendo – já fiquei meio desanimada. Mas, me vesti e, antes de pegar o carro na garagem, fui levar meu cachorrinho pra passear, como de costume. Distraída, tropecei e caí. Machuquei o joelho e os pulsos. Voltei morrendo de dor pra casa. Fiz a assepsia necessária e um curativo.

Nessa altura, pensei em desistir de ir ao curso, mais uma vez – parecia que tudo conspirava contra – chorava de dor e de raiva. Pensei no dinheiro gasto. Eu não poderia cancelar outra vez – não tinha sido barato!! Resolvi ir.

Ao chegar na sala de aula, percebi que a grande maioria dos que estavam no curso, tinha boa formação acadêmica. Foi uma grande surpresa! Isso me deixou mais animada.

Já no curso, numa dinâmica que a instrutora propôs, houve um rodízio entre os participantes. 

Permaneci no meu lugar, lendo a apostila. Percebi que alguém se aproximava de mim para sentar ao meu lado, e comecei a olhar de baixo para cima, e me chamou a atenção: ela usava tênis, calça jeans, agasalho com capuz da GAP, na cor cinza e letras na cor rosa, tinha cabelos longos na cor castanho escuro, pele clara, olhos castanhos...

Por quê me lembro desses detalhes? Porque fiquei atônita com a cena que eu via. A moça estava vestida com o mesmo tipo de roupa que minha saudosa filha usava – principalmente o agasalho: o mesmo modelo e cor!

Não bastasse isso, olhei para o crachá e vi escrito: Aline. Foi demais! Me emocionei e contei pra moça que acabara de sentar ao meu lado, pedindo que ela não se impressionasse com a coincidência de fatos. Perguntei a idade dela, ao que ela me respondeu: 31 anos – a idade de minha saudosa Aline! 


Como eu conseguia entender tudo aquilo? Eu não queria chorar - e a vontade era de sair correndo, tentando compreender o que é que eu estava fazendo naquele lugar e porque eu estava passando por aquilo...

Refeita do susto, fazendo um esforço enorme para continuar a assistir a aula, concluí que eu devia prestar atenção àqueles sinais. A moça, parecida com minha amada filha, era um anjo, só podia ser!

Aí que minha história de amor com a organização começa!

Claro que tive momentos de desânimo, mas enfrentei os medos e as frustrações. Minha experiência profissional, até então, era com trabalho formal. Tinha pouca habilidade como autônoma. Levei 6 meses para começar a fazer meus laboratórios, criei um blogue profissional e me lancei como Profissional de Organização. Participei como ouvinte de alguns workshops de organização  – quando, num deles, encontrei uma das participantes daquele curso feito na OZ. Algum tempo depois, nós duas, com o incentivo e ajuda de meu filho, organizamos, no salão do prédio onde eu morava, o 1º Encontro de Profissionais de Organização – encontro informal de POs, inédito na região até aquele momento.

E, assim, fui traçando meu caminho no mercado de organização.

Oportunidades foram surgindo. Tornei-me sócio fundadora da Associação Nacional de Profissionais de Organização e Produtividade – ANPOP.

Pela 3ª vez, faço parte da equipe organizadora de mais uma edição do Personal Organizer Brasil, evento voltado ao profissional e segmento de organização.

Tenho desenvolvido projetos em parceria com outros profissionais.

Dentre esses projetos, o mais significativo para mim é o ‘Olhar para o Desorganizado Crônico’.

Sou a idealizadora, em parceria com uma amiga psicóloga clínica, da Oficina de Suporte aos Problemas de Desorganização e Busca de Soluções, onde pessoas que se acham desorganizadas são recebidas para falarem de seus problemas, num ambiente amigável, sem sentir vergonha da situação em que se encontram. Oferecemos sessões de sensibilização para que as pessoas com esse problema entendam que a organização melhora a qualidade de vida pessoal e emocional. Acreditamos que Psicologia e Organização devem caminhar juntas, nessa situação.


Tenho, também, participado de Seminários e Encontros, promovidos pelos SUS, que aborda com muita seriedade o problema do Transtorno de Acumulação – um problema de saúde pública que vem preocupando as redes de atendimento.


Outros projetos em parceria com a amiga psicóloga estão sendo colocados em prática, como por exemplo: ‘Um novo olhar sobre a Envelhescência’ – mas isto é tema para outra postagem!

Por acreditar que SUCESSO É APRENDER, SEMPRE, continuo fazendo cursos de aprimoramento e lendo livros sobre organização. Afinal, amor pela arte de organizar é isso: empenho, trabalho, cuidado e um forte compromisso diário.

Esta é minha História de Superação e, por que não dizer: de Sucesso, também!?

Procurar desafios é prosperar


As pessoas que adotam a mentalidade de crescimento não apenas procuram o desafio, elas prosperam nele, Carol Dweck

Este ano tem sido bem movimentado! Vivi um período de adaptações com a mudança de casa e de região, com minha mãe morando comigo por algum tempo. Nesse período, adiei alguns projetos, que agora estou retomando.

Posso afirmar, sem constrangimento, que muita coisa ficou acumulada, desde que virou o semestre: minha caixa de entrada de e-mails lotou; alguns compromissos foram adiados, outros cancelados e, ainda, o que é pior: alguns foram esquecidos; as faturas das contas pagas ficaram sem arquivar. Meu home office  ficou uma bagunça!

Mas, como? Sou Profissional de Organização! Como isso foi possível?

Simplesmente, aconteceu! A prioridade era o momento que eu estava vivendo – a organização dos papeis e continuidade dos projetos vinham em segundo plano. Mas, eu estava consciente de que a rotina voltaria ao normal, logo que a ‘prioridade momentânea’ passasse.

Por mais planejamento que se faça, o inesperado faz surpresas e a gente se vê forçado a rever os planos e fazer mudanças. E, isso ocorre com a maioria das pessoas.

No entanto, o que precisa ser levado em conta é que os acontecimentos não previstos têm data de validade. Assim que a ‘tormenta’ passar, é preciso voltar ao foco e não se deixar levar pelo desânimo, ou até a preguiça, para colocar tudo em ordem outra vez.

Comecei, então, montando meu ‘Kit Office’, pra não perder nenhuma ligação do celular ou do telefone fixo; poder anotar ideias que vêm à tona, enquanto estou em outro ambiente da casa; ou fazer lembretes de coisas que preciso providenciar num outro momento. 

Carrego a tiracolo, até mesmo quando vou pra... cozinha, ou na vizinha!!

Nesse meu ‘kit’ eu carrego: o celular; o telefone sem fio; dois blocos de anotações (um para uso pessoal, o outro, para uso profissional); canetas coloridas para destacar palavras ou frases importantes nas notas ou nos mapas mentais; lápis pra anotar os compromissos na agenda física; marcadores coloridos para destacar a página de um livro; e outros acessórios pequenos como elástico, clips, borracha e, também, não menos importante, meus óculos!  

Estou preparada para dar continuidade aos desafios que vêm pela frente...

E, você? Que recurso usa para se organizar? Se tem alguma dica interessante, deixe aqui seu comentário!

A arte de esvaziar

'O pior medo é o medo de viver e a maior desculpa é a de se tornar tão inteligente intelectualmente ao ponto de saber justificar todas as suas zonas de conforto e sequer fazer algo para se levantar.' João Alexandre Borba, coaching

As pessoas não querem dificuldades, não querem se sentir deprimidas, e deixam de fazer reflexões importantíssimas.’ Camille Paglia, escritora

Temos uma visão fragmentada de várias coisas e nenhuma atenção sólida a uma que seja. Uma saída é analógica: anotar prioridades num caderno. Outra é sábia: satisfazer-se com o que tem, sem dispensar o prazer da conquista.’, Daniel Levitin, escritor


Esses são fragmentos de algumas matérias que tenho lido e que vão ao encontro de meu momento atual.

Desses textos, o que mais me chamou a atenção foi ‘A Arte de Esvaziar’, escrito pela jornalista Lúcia Guimarães, que traz uma entrevista com o neurocientista Daniel Levitin, autor do livro A Mente Organizada (será minha próxima leitura). Na sinopse, o escritor ‘desmonta o mito das multitarefas e mostra que descansar a mente libera espaço para as grandes ideias’.

Confesso que me senti aliviada por saber que tem quem defenda que é bom se espalhar na grama e observar o horizonte, do que conferir a tela do celular...

Escrevo isso, porque não tenho conseguido acompanhar e estar presente em todas as redes sociais simultaneamente – isso me tomaria tempo demais conectada à internet – ; ficar atenta ao que acontece no mundo, em detalhes; conferir o que está sendo lançado no mercado sem perder sequer uma novidade; e por aí vai... Chega a me dar angústia!

Acaba virando uma febre (e até ‘obrigação’) o curtir, visitar blogues e sites, comentar, compartilhar, baixar aplicativos, conhecer novas ferramentas de marketing pessoal... Isso tudo para ter visibilidade!

Claro que tem muita coisa interessante na internet, mas às vezes me pego publicando ou vendo vídeos e matérias que pouco agregam, só distraem. E lá se foi minha produtividade!

Segundo a jornalista que entrevistou o neurocientista Daniel Levitin: vivemos uma era de aceleração de fontes de informação, mas nosso cérebro continua com a mesma capacidade fisiológica de enfrentar esse ataque de dados desde o início da história da humanidade. Em 30 anos quintuplicou a quantidade de informação que recebemos a cada dia – seria o equivalente a ler 175 jornais de ponta a ponta diariamente...

Imaginem!

O cérebro precisa ser esvaziado naturalmente. É comum, depois de uma pausa, encontrar a solução para algum problema, que parecia insolúvel. A eficiência em organizar a informação nos torna mais do que produtivos.

O neurocientista entrevistado diz que multitarefas não existem e que isso é um mito! A pessoa pensa que consegue lidar com várias coisas ao mesmo tempo, mas o cérebro experimenta rápidas mudanças de foco, o que resulta numa atenção fragmentada a várias coisas e nenhuma atenção sólida a uma que seja.

De acordo com o neurocientista Daniel Levitin, estudos mostram que o trabalho de quem mantém o foco numa só tarefa é mais criativo, pois estabelece prioridades. Comenta, ainda, que a sobrecarga de informações se estende ao excesso de objetos e defende “uma gaveta de bagunça”. Ele considera o excesso de organização contra produtivo, pois é importante deixar visíveis os objetos que se utiliza com frequência. Sugere que se jogue na “gaveta de bagunça” – aquela que tem objetos de diferentes utilidades – porque é uma forma de economia cognitiva, pois não é preciso classificar tudo...

Bem, sobre a gaveta de bagunças’, só poderei opinar quando ler o livro. Mas, talvez ele tenha razão: às vezes é preciso relaxar, não ser tão rígido com tudo. Ter o necessário, organizado para ser funcional e prático, de acordo com seu modo e estilo de vida.

Terminada a leitura do artigo ‘A Arte de Esvaziar’, lembrei-me de uma mensagem de agradecimento, por ocasião do aniversário de uma conhecida, o seguinte desabafo: Estou me desintoxicando das redes sociais...

E eu acrescentaria: preciso deixar tudo que é tóxico em minha vida, porque senão perco a criatividade e não produzo como gostaria e, principalmente, deixo de contemplar o capim, apreciar o canto de um pássaro, o sol nascendo, a lua cheia aparecendo na linha do horizonte...

A felicidade está em eliminar o excesso de informação e de pertences! 

Leia a entrevista completa, clicando no título: Contemplar o Capim

Um é pouco... Dois é bom... Cinco é o máximo!

Em minha postagem anterior, comentei que estava organizando minha mudança de casa e que já aconteceu há um mês. Publiquei algumas fotos para meus amigos e que replico aqui – passados 30 dias, já coloquei cortinas, quadros e outros objetos de decoração.

O lugar é bem agradável; o sol iluminando todos os ambientes; o vento arejando o apartamento todas as manhãs; a rua bem mais tranquila que o bairro em que eu morava; na esquina uma ótima padaria e uma praça muito agradável, onde passeio todas as manhãs com o meu cãozinho. A vista de noite parece cartão postal... Estou amando!

Antes de decidir me mudar, éramos dois: meu pet e eu. Depois, adotei o gato que minha filha deixou, quando da viagem dela para o exterior. Aí, veio meu filho, ficar por uns tempos aqui em casa, depois de um tempo fora do país. Agora, veio morar comigo minha mãe, porque ela inspira cuidado e atenção...


Somos cinco dividindo o mesmo espaço: O gato dormindo sobre uma cômoda, parecendo uma bola de pelo, ou então se escondendo no closet... 

O cachorro esparramado numa caminha confortável, num canto da sala. E, ainda, três gerações convivendo, cada um com sua rotina, seu modo de pensar, sentir e se organizar. Por isso que eu digo que é o MÁXIMO!!

Foi um grande desafio adaptar os ambientes para acomodar todos. Meu filho, com seus livros, CDs, DVDs e eletrônicos ocupando um espaço considerável. Minha mãe, com seus poucos pertences – o que me surpreendeu foi o desapego dela de vários objetos, roupas e mobília, o que era minha preocupação inicial, pois ela já está numa idade bem avançada e, deixar para trás memórias, poderia causar sofrimento e ansiedade. Claro que foi feito todo um preparo para que ela se sentisse bem, com o mínimo de estresse possível.

Quanto a mim, há muito que venho adotando o ‘ter menos’.  Nesta nova morada o espaço é um pouco maior e, quando ‘destralhei’ minhas coisas na outra casa, percebi que 30% do que eu tinha guardado, eu não precisava mais – então, resolvi descartar e doei a maioria. Levo a certeza de que posso me desfazer de muito mais. Assim, fica fácil limpar, manter a ordem e poder me dedicar a outras atividades.

É um grande aprendizado descobrir que podemos nos adaptar a novas situações, sem atropelos e sem estresse – apenas usando critérios na otimização e organização dos ambientes, setorizando, tornando mais funcional e prático o acesso a todas as coisas.

Para mudar é preciso querer e, também, respeitar um certo período de adaptação, seja na mudança de hábito, de casa ou no modo de pensar. E, para que isso ocorra com tranquilidade, o planejamento e a organização são fundamentais, visando o bem-estar de todos.

O próximo desafio é preparar a casa para receber minha filha, quando ela vier me visitar daqui a alguns meses... Sempre cabe mais um, quando se mantem ‘o necessário, somente o necessário’.

E você, tem muita dificuldade para se desapegar dos objetos para liberar espaço? 

Já sabe, se precisar de um Profissional de Organização para ajudar, Yorganiza é uma boa opção.

Mudança à vista


A mudança é a lei da vida. E aqueles que apenas olham para o passado ou para o presente irão com certeza perder o futuro. (John Kennedy)

A vida é cheia de mudanças, há o quente para o frio, o verde para o amarelo, sair da rotina, mudar de casa, enfim, somos todos pegos pelas mudanças.

Muito embora eu já tenha realizado alguns trabalhos de mudança residencial e corporativa, ainda não tinha escrito sobre o tema. 

Estou organizando minha própria mudança. Então, nada melhor do que aproveitar o gancho e escrever a respeito.

Sinto-me meio cigana, mudando outra vez...

Moro neste imóvel há três anos, desde que retornei do interior para São Paulo. Em meu blogue, na publicação Como me tornei uma Profissional de Organização, eu comento que fiz várias mudanças num curto espaço de tempo - num período de 18 meses eu me mudei 05 vezes... Incrível, não? É isso que me motivou a me especializar em organização... Não que eu tenha me transformado numa “expert”, mas ganhei prática e experiência durante aquele período.

Toda mudança de casa gera trabalho e preocupação, mas tudo fica mais fácil com planejamento e tempo...

O primeiro passo para uma mudança sem atropelos é definir a data que se quer (ou precisa) mudar e começar fazendo uma lista de tarefas. Checar se na nova moradia necessita alguma reforma, se tudo está em ordem e se está precisando de pintura nova.

Eu comecei fazendo pesquisa da cor que eu queria pintar a futura moradia; pesquisei lojas e preços e optei pela melhor opção de pagamento – já que não tinha desconto sobre o preço cheio, resolvi parcelar – assim, eu pude negociar o orçamento do serviço de pintura à vista.

Enquanto o imóvel está sendo pintado, tirei as medidas de todos os ambientes para calcular se meus móveis caberiam – fiz um layout, disponibilizando a mobília de acordo com o novo espaço. Essa dica tirei do site Meu Estilo Decor.

Analisei cuidadosamente cada cômodo e observei se tudo estava funcionando: interruptores, chuveiro, parte elétrica, fechaduras, torneiras e janelas (é importante fazer pequenos consertos, antes da mudança para evitar contratempos). Dos problemas que encontrei foi uma janela da área de serviço precisando trocar o rodízio e a reposição de lâmpadas em todos os spots. Fiz uma contagem de quantos spots têm no total: 50 – isso mesmo, CINQUENTA! Isso fez com que eu repensasse sobre a iluminação dos ambientes e como farei para economizar energia. Acho que vou optar pelo LED – um investimento um pouco mais caro, no entanto, mais econômico, com certeza!


Enquanto aguardo o término da pintura, estou fazendo triagem de roupas, objetos e eletrodomésticos que não vou levar e doando para quem precisa. Já separei alguns livros e me desfiz de apostilas que já não tem mais utilidade - consigo pesquisar e consultar na internet sobre temas atualizados, se precisar. Assim, o peso será menor na hora de transportar tudo para o novo endereço.

O próximo passo é começar a mexer na louça e nos objetos de decoração, embalando com cuidado para organizar nas caixas. Mas, este é assunto para a próxima postagem.  Por ora, estou na contagem regressiva!

Suzy Rêgo e Fernando Vieira recebem Yorganiza


Tive a grata satisfação de atender um casal de famosos. Dois atores consagrados: Suzy Rêgo e Fernando Vieira, casados, têm gêmeos fraternos – uma graça de meninos!


Suzy Rêgo começou sua carreira como modelo aos 13 anos de idade. Foi Miss Pernambuco, em 1984. Conseguiu ficar em 2º lugar no Miss Brasil. Atuou em várias peças de teatro, com 'Procura-se um Tenor', 'Brasil S/A', 'Caixa 2', dentre tantas outras. Na TV, participou de especiais, minisséries e telenovelas. Um de seus papeis de maior destaque foi a corajosa Carmem, de ‘A Viagem’. Integrou o elenco da novela ‘Morde e Assopra’ (2011), como Duda Aguiar; na novela Amor Eterno Amor (2012), como a possessiva Jaque. Em 2014, interpretou a cerimonialista Beatriz Bolgari, na novela Império. Em 2015 estará atuando no Teatro União Cultural, em São Paulo, com o espetáculo ‘Até que o Casamento nos Separe’:


Fernando Vieira, Bacharel em Comunicação Social pela FAAP em 1986, estudou com Denise Stoklos, Denise Namura, Desmond Jones, Phillipe Gaulier e Antonio Fava. Fernando Vieira é um ator e mímico brasileiro, além de lecionar improvisação desde 2004. Estudou 'Commedia Dell'arte' na Itália e mímica em Londres. Estreou no teatro em 1984 com a peça 'Vorazcidade'; 'Erick Satie, ou Não é Bom Falar no Xis da Questão' – 1985; 'Escorial' – 1986, além de muitas outras peças. Seus trabalhos mais recentes: 'O Mágico de Oz' – 2013; 'Felizes 30!' – 2014.
Fonte: Wikipédia
Suzy e Fernando são muito simpáticos. Formam um par belíssimo!

Marcado o dia e horário para minha visita técnica, fui recebida pelo casal na sala de visitas com um café fresquinho que Fernando havia acabado de preparar. Muito saboroso, por sinal!

Conversamos adivinha sobre o quê? Teatro? TV? Tietagem?

Nada disso.

ORGANIZAÇÃO, acredite! Cada um deles comentando como se organiza, quais as dificuldades que encontram para manter a documentação em ordem, o que precisam que seja mais prático e funcional, enfim...  Como é o dia a dia, entre levar e buscar os filhos na escola, conciliar as tarefas de casa, contas para pagar, o trabalho e, claro, sobre a tarefa que fui chamada para fazer: organizar um quarto de hóspedes que também funcionasse como escritório.

No primeiro dia, por conta do ensaio de Suzy, foi Fernando que participou da triagem e descarte de livros e objetos sem uso, e até de papeis que estavam ocupando espaço. Claro que o entusiasmo inicial dele foi diminuindo com o passar das horas – porque, de fato, é bem cansativo para quem não está habituado com o trabalho de separar o que fica ou não, diante de coisas guardadas por muito tempo. Sua ajuda foi extremamente importante e boa parte do que estava fora de uso foi separada para ser encaminhada para doação.

Na continuidade do trabalho, a presença do casal já não era tão necessária, mas em alguns momentos precisei perguntar como gostariam que fossem organizados alguns setores dos armários e estantes.

Foram utilizadas caixas organizadoras para separar o material de teatro de Suzy e de Fernando, as quais foram etiquetadas, dando um toque especial no escritório organizado.

Foi bem gratificante o trabalho na casa dos atores - pessoas públicas, sim, mas com as mesmas necessidades que todos: ter um lar não como um refúgio apenas físico, mas também psicológico, um guardião da identidade de seus habitantes!

Trabalho entregue, missão cumprida!

Nota de rodapé: Fiz o trabalho de organização na casa de Suzy Rêgo e Fernando Vieira em parceria com a amiga Valéria Ribeiro Ferreira. 

PERSONAL... O quê?


Esta semana, resolvi pesquisar como e quando o termo PERSONAL passou a ser usado aqui no Brasil. No dicionário de inglês-português online Michaelis aparece da seguinte forma:
personal
per.son.al
n, adj pessoal, particular.

A pronúncia correta é como se tivesse acento na primeira sílaba: PERsonal, sem flexão no plural. Ouço muitos dizerem “Personais” – isso não existe!

No Wikipédia encontrei explicações que me levaram à palavra PERSONA:

Persona (psicologia), conceito da psicologia analítica > Persona (do latim persona), na psicologia analítica (Jung), é o nome que se dá à função psíquica relacional voltada ao mundo externo, na busca de adaptação social.

Persona (teatro), máscaras teatrais > Persona, no uso coloquial, é um papel social ou personagem vivido por um ator. É uma palavra italiana derivada do Latim para um tipo de máscara feita para ressoar com a voz do ator (per sonare sigifica "soar através de"), permitindo que fosse bem ouvida pelos espectadores, bem como para dar ao ator a aparência que o papel exigia.

Persona (marketing), > no estudo da comunicação, persona é um termo dado para descrever as versões de si mesmo que todos os indivíduos possuem. Comportamentos são selecionados de acordo com a impressão desejada que um indivíduo deseja criar quando interage com outra pessoa.

No dicionário inglês-inglês, são mais de seis verbetes para a palavra PERSONAL, como num dos exemplos:

1       adj   A personal opinion, quality, or thing belongs or relates to one particular person rather than to other people. 

He learned this lesson the hard way<endash10001from his own personal experience..., That's my personal opinion., ...books, furniture, and other personal belongings..., ...an estimated personal fortune of almost seventy million dollars.    

Até encontrei no Facebook a chamada para a peça de teatro PERSONA, espetáculo que apresenta o drama de uma mulher após passar por uma tragédia pessoal e isto desencadear questionamentos sobre sua vida, sua história e variadas questões existencialistas. Persona é livremente baseada na obra de mesmo nome filme sueco de 1966, do gênero drama, escrito e dirigido por Ingmar Bergman - é um filme que retrata de forma bastante reflexiva e complexa as máscaras que o ser humano usa em sua vida, a ponto de não mais reconhecer a sua real face.

Bem, mas até aqui o Google não me ajudou muito...

Então, cheguei à expressão em inglês PERSONAL TRAINER, Treinador Pessoal, em português.  

Um profissional que deve ter formação em Educação Física. O Personal Training, uma das áreas pioneiras em servir serviços personalizados, surgiu nos EUA com a finalidade de oferecer às pessoas uma alternativa para a prática de atividades físicas realizadas em academias, parques e clubes. Muitas pessoas necessitam de um acompanhamento individual para motivação e para que seu programa de treinamento seja mais eficiente (resultados mais específicos) e mais seguro (atenção e cuidados especiais durante a prática). Assim, tendo seu próprio treinador, seus objetivos serão, seguramente, alcançados.

A partir daí outros tantos serviços personalizados têm tido clientes em potencial, principalmente nos grandes centros e tornaram-se essenciais para melhorar a qualidade de vida das pessoas, conforme já citei na minha publicação intitulada “Seus Problemas acabaram”, em que cito várias modalidades: Personal Dancer; Personal Dog Walker; Personal iPoder; Personal Stylist; Personal Chef; Personal Gourmet; Personal Diet; Personal Financeiro; Personal Car; Personal Sex Trainer...

Dentre todos, existe uma atividade que vem se desenvolvendo e tem um mercado promissor pela frente: o PERSONAL ORGANIZER. Personal... O quê?

A palavra vem do inglês e significa literalmente Organizador Pessoal. Diz-se, então, “PERssonal Organaizer” – aqui escrito como se fala para uma correta pronúncia. No entanto, quando pesquisada no Google em inglês, sempre aparece a imagem de uma agenda profissional ou personalizada. Veja o significado encontrado, num dos dicionários online de inglês:

A personal organizer is a book containing personal or business information, which you can add pages to or remove pages from to keep the information up to date. Small computers with a similar function are also called personal organizers.     

No que se refere à prestação de serviços, existem duas expressões que aparecem na internet: PERSONAL ORGANIZER OU PROFESSIONAL ORGANIZER.

Aqui no Brasil, o mais usado para a atividade de Profissional de Organização é o Personal Organizer. 

Mas o que é o PERSONAL ORGANIZER? 


No site da Associação de Profissionais de Organização do Canadá encontrei a definição oficial para a atividade: “A professional organizer provides information, products and assistance to help individuals and businesses achieve their specific organizing needs.”

Traduzindo: O organizador profissional fornece informações, produtos e assistência para ajudar indivíduos e empresas a alcançar suas necessidades de organização específicas.

Isso significa que esses profissionais incentivam e educam sobre como superar seus desafios de organização, oferecendo apoio, foco e direção. Os Profissionais de Organização são bons ouvintes, sem pré-julgamento e extremamente dedicados para com seus clientes. Eles ajudam a fazer mais em menos tempo, com mais energia. Um Profissional de Organização oferece consultoria, bem como ajuda na organização de serviços, dando ao cliente as habilidades e ferramentas necessárias para reduzir o estresse e acabar com a horrível sensação de se estar sobrecarregado.

Dentro dessas áreas mais amplas, os profissionais de organização podem ajudar com a gestão do tempo, gerenciamento de documentos, controle da desordem, desorganização crônica, planejamento de espaço, arquivamento, organização de roupeiros e armários, sistemas, planejamento de eventos, compras pessoais, gestão financeira, otimização de espaços, organização de mudanças, organização para a chegada do bebê, treinamento de funcionários e muito mais.

Alguns profissionais de organização trabalham com populações específicas, tais como: idosos, crianças, estudantes e pessoas que são cronicamente desorganizadas. Outros oferecem produtos, seminários e oficinas sobre como organizar ou dão uma palestra sobre um assunto de organização específica.

Profissionais de organização têm como meta a criação e manutenção de sistemas organizacionais para ensinar aos outros os princípios básicos da organização.

Bem, a ideia foi registrar aqui minha pesquisa sobre a atividade, o significado da expressão PERSONAL ORGANIZER e listar os segmentos do mercado em que o profissional de organização pode atuar.

Você já parou para pensar como a organização pode ajudar você?

Que tal contratar os serviços de um PERSONAL ORGANIZER para avaliar suas necessidades e criar para você um sistema de organização personalizado e funcional, que facilite sua vida?

Yorganiza é uma boa opção!

Mudança de hábito


Não é o filme, nem a peça teatral em cartaz... Mas, mudar para buscar a excelência!


"Somos o que fazemos repetidamente. 
Excelência, então, não é uma ação, mas um hábito." 
(Aristóteles)

Li um artigo em que são abordadas “cinco maneiras científicas de mudar hábitos e que funcionam” as quais adaptei para escrever aqui. 

Acredito que essas simples ações, possam ajudar e transformar a vida das pessoas.

Tenha pequenos e grandes projetos;  
Seja comprometido com as tarefas planejadas; 
Elimine o excesso de opções; 
Coloque os projetos em prática, mas não crie expectativas demais; 
Afaste o desânimo.

Se o seu propósito é ter um ambiente mais organizado, tente seguir essas cinco etapas descritas acima.

Problemas com a organização de sua casa? Yorganiza é uma boa opção!

Você é uma pessoa decidida?



“Uma decisão que não foi colocada em prática não passou da vontade.”

Ouvi essa frase num curso que fiz recentemente e pensei como tema para esta postagem. 


Dos e-mails que recebo de pessoas pedindo informações sobre meu trabalho e que revelam dificuldade em se organizar, 70% delas não continuam o processo de abordagem que costumo fazer, antes até de visitar esses clientes em potencial.

Observo que a maioria dessas pessoas, quando questionadas sobre qual seria o problema que enfrentam na organização pessoal, apontam a falta de habilidade ou a falta de tempo para manterem suas casas em ordem ou até reclamam que não conseguem definir o que é mais importante mediante todas as responsabilidades assumidas.

Contudo, quando ofereço a visita técnica, aí é que se retraem – mesmo antes de saber o investimento que fariam se contratassem o trabalho.

Faço duas outras tentativas de contato com as pessoas que não me retornam, aguardando que me respondam e eu possa conversar para entender sua necessidade e oferecer ajuda.  Alguns até me respondem, argumentando que entrarão em contato novamente.

De tempos em tempos, envio uma mensagem com um artigo interessante que eu tenha escrito ou até cumprimento pelo aniversário com o propósito de conquistar o cliente, mas sobretudo, com a intenção de sensibilizá-lo da importância que é ter seus espaços organizados para uma melhor qualidade de vida.

O fato desses 70% terem preenchido o formulário de contato e enviado para meu e-mail, seja através de meu blogue, ou das redes sociais, é um passo importante e significativo. Isto demonstra que essas pessoas tomaram a decisão de melhorar o nível de organização (talvez porque a desorganização já começou a incomodar e interfere no seu bem-estar) e, por isso, recorrem a um profissional que possa ajudá-las a solucionar os problemas que vêm enfrentando.

No entanto, mesmo que eu consiga reverter a “quase desistência” de alguns em lidar com o problema (consigo recuperar uns 15%), os 55% restantes perdem a coragem de ir adiante e abandonam a ideia de receberem suporte para se organizarem. A decisão inicial acaba ficando apenas na vontade...

Não deixe que suas pendências se acumulem, seus objetos tomem conta dos espaços e sua casa fique desorganizada. Contrate um Profissionalde Organização

Sentir, imaginar, fazer, compartilhar


 “A criança é protagonista do próprio aprendizado.”

(Kiran Sethi, idealizadora da Escola Riverside e criadora do método Design for Change-DFC)
Imagem ilustrativa
Esse assunto veio ao encontro de um projeto que estou desenvolvendo, junto com a Oficina de Suporte aos Problemas de Desorganização, visando o trabalho com alunos que têm dificuldades com organização, lição de casa e estudo.

Em minhas pesquisas, li depoimento de pais de filhos desorganizados que se sentiram frustrados e desanimados ao lidar com os problemas de organização de seus filhos.

Não basta mostrar às crianças como serem organizadas. Os alunos sabem o que fazer – o que não sabem é justamente fazer, pois alguns têm dificuldade para colocar em prática suas habilidades. É importante que o aluno tenha o mínimo de organização para entender o que precisa fazer.  

Dicas simples podem resultar em mudanças rápidas, produzindo bons efeitos.

A pergunta inicial do método indiano é “O que incomoda você?”

A partir daí, quando se pensa na importância da organização para o aluno que apresenta dificuldade de aprendizagem, é procurar entender o que esse aluno necessita, quais são suas dificuldades, se mostra sinais de desorganização, e criar uma estrutura para que ele consiga se organizar e ser bem sucedido na escola.

Crianças não nascem organizadas. Elas são treinadas ao longo do tempo. E cada criança desenvolve sua habilidade de organização, conforme o desenvolvimento de seu cérebro. Bom, mas isso faz parte do objeto de estudo que a Oficina está trabalhando e que estamos levando para as escolas.

Se seu filho, sobrinho ou neto vem apresentando baixo rendimento nas tarefas escolares e apresenta sintomas de desorganização, quem sabe podemos ajudar? 

Síndrome de Diógenes

Tirando o sensacionalismo que a TV impõe às matérias, recentemente foi publicado o caso de um idoso de 64 anos, portador da Síndrome de Diógenes – doença conhecida pelo acúmulo compulsivo de objetos de pouco ou nenhum valor e que torna a moradia inabitábel.  Na maioria dos casos esse distúrbio leva o portador ao isolamento social.

Segundo a matéria, há 10 anos que esse acumulador vinha juntando entulho espalhado por toda a residência.

O jurídico da Prefeitura local pegou a assinatura do juiz para um mandado de intervenção e, conforme o depoimento do promotor que estava à frente do caso, foi preciso recorrer à Lei do Direito da Vizinhança, previsto no Código Civil, pois havia risco de contaminação, grande proliferação de bichos peçonhentos e focos de dengue.

Com uma medida liminar e a força policial, fizeram a retirada de todo o lixo.


Assistindo o vídeo, dá para se ter uma ideia do quanto estão despreparados todos os órgãos que atenderam o caso: Guarda Civil Metropolitana, Vigilância Sanitária, Centro de Zoonose, Defesa Civil e Assistência Social da cidade - nenhum profissional da saúde mental presente, tão pouco o próprio morador. O que aconteceu com ele? Essa é a pergunta que cala!!

No Brasil, quase não se divulga estudos sobre esta síndrome e suas causas mas que já vêm preocupando órgãos de saúde no cuidado e acompanhamento de casos com esse perfil. 

O Acúmulo Compulsivo impacta o próprio sujeito e o seu entorno. Ambos precisam ser cuidados. (Sueli Maciel, psicóloga clínica no Centro de Controle de Zoonese de São Paulo)

Quando trocar a escova de dente?


Tenho acompanhado postagens, matérias de jornal e revista que abordam várias dicas de organização com a chamada no título, como por exemplo: “10 dicas para deixar seu guarda-roupa em ordem”; “20 truques para o dia-a-dia”, “15 acessórios para deixar sua mesa de trabalho mais prática”... Enfim, uma série de bons conselhos que são úteis e funcionam de verdade, no entanto, quando começo a ler a lista e chego ao final da matéria, já nem me recordo da primeira listada – e só consigo lembrar-me do que realmente me chamou a atenção.

Quando estou no trânsito, ouço um programa no rádio que apresenta diariamente apenas uma receita ou dica caseira, e que consigo ficar atenta e retenho a informação.


Então, hoje, vou dar apenas uma dica que levo a certeza será útil pra você, meu leitor. E esta idéia veio de um conversa com uma amiga que relatou a solução encontrada por uma cliente sobre a hora certa de trocar as escovas de dente de toda a família.

Sabe quando?

Em cada mudança de estação! Simples, não?!


Dessa forma não há como esquecer. Mudou a estação do ano – seja na Primavera, Verão, Outono ou no Inverno – é hora de troca a escova de dente em uso. O dentista agradece!


A escova usada pode ser reutilizada para limpar a emenda dos azulejos ou para passar graxa nos sapatos! 

Gostou da dica? Então compartilhe com sua família, amigos e vizinhos!

Sugestão de leitura: 

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Agradecimentos

Ari Hollaender - consultoria em Marketing

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